Sem patrocínio master na camisa desde que a Kia Motors saiu, no mês passado, o Palmeiras negocia com empresas para o espaço nobre do uniforme com a pedida definida: R$ 35 milhões para até o fim de 2014, ano de celebração do centenário do clube.
O valor é proporcionalmente superior ao que a montadora pagou ao Verdão entre janeiro de 2012 e 2013: R$ 17 milhões pelo acordo de um ano.
O presidente Paulo Nobre lidera as tratativas desde as primeiras semanas do seu mandato e, segundo membros da cúpula alviverde, a intenção é fechar até o fim deste mês com os novos parceiros.
A Samsung, do ramo da tecnologia e que foi patrocinadora do Verdão entre 2009 e 2010, já conversou com os dirigentes. Mas a saída da empresa do clube não foi nada amigável. A Samsung até processou o Palmeiras na gestão de Luiz Gonzaga Belluzzo pela rescisão contratual, o que deixa um acerto entre as partes com possibilidades bem remotas.
A Caixa Econômica Federal, que tem acordo com o Corinthians, também se reuniu com o Alviverde. Mas as altas dívidas fiscais impedem que o clube consiga Certidões Negativas de Débito (CNDs) que permitam a parceria com órgãos públicos.
Enquanto negocia patrocínio definitivo, o Palmeiras fechou acordo pontual com a Allianz para os próximos dois jogos. Detentora dos naming rights do novo estádio palmeirense, a seguradora multinacional alemã estampará a sua marca na camisa diante do Sport, amanhã, na Ilha do Retiro, e na terça-feira contra o América-RN, no Barretão, ambos fora de casa.
Este acordo surgiu na primeira partida do Verdão nesta edição da Série B que será transmitida em televisão aberta, caso do confronto com o Leão, pela quinta rodada. Os últimos quatro jogos da equipe de Gilson Kleina foram transmitidos na TV fechada, e o Palmeiras exibiu no peito o nome do Avanti, seu programada de sócio-torcedor.





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